O ministro da Justiça vai ter de explicar como foi possível atribuir um indulto de Natal a um empresário que estava fugido à Justiça.
O ministro vai ter de averiguar bem como é que se propõe para indulto alguém que não estava nessas condições.
E terá de ver em quem confia, pois os pareceres que lhe chegaram foram assinados por gente da sua confiança. E transferiu essa mesma confiança para o Presidente da República.
Ainda bem que os jornalistas estão atentos.